Publicado em 23/2/2026 às 10h
Por Redação
As obras da Linha 6-Laranja estão se aproximando do sprint final para o início da operação parcial de um trecho de oito estações a partir de outubro. A outra parte do ramal de 15,3 km deve ficar pronto no final do ano que vem. Mas a Acciona, construtora espanhola que controla a concessionária Linha Uni, já faz planos para sua expansão. Segundo André de Angelo, CEO da empresa no Brasil, as duas extensões em ambas as pontas exigirão mais 11 trens, que se somarão à frota inicial de 22 composições fabricadas pela Alstom.
O executivo revelou em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo que as 11 novas unidades já estão previstas no projeto. Elas ajudarão a atender duas estações após Brasilândia e outras quatro após São Joaquim, chegando até a Linha 10-Turquesa em Parque da Mooca. De Angelo, no entanto, não deu detalhes se os novos trens serão também fornecidos pela Alstom. A fabricante francesa tem uma fábrica em Taubaté (SP), a única em atividade no país para esse tipo de composição. Porém, a chinesa CRRC tem amealhado as últimas encomendas em São Paulo, incluindo o Metrô ((44 unidades), a ViaQuatro e a TIC Trens.Sobre os testes com os trens, o CEO compartilhou o desafio de realizar a movimentação as composições apenas à noite, quando os trabalhos de obras são encerrados. Segundo ele, todo o processo de energização e desenergização leva cerca de 6 horas.
A situação ficou ainda mais complicada com a realização de três turnos em várias estações e canteiros a fim de concluir a construção do primeiro trecho.



















