Publicada em 14/5/2026 às 10h56
Por Redação
A greve dos professores da rede municipal de São Paulo entrou no 16º dia nesta quarta, 13, sem acordo entre os sindicatos da educação e a Prefeitura. Em meio à paralisação, entidades da categoria rejeitaram o reajuste de 3,51% proposto pela gestão Ricardo Nunes e apresentaram uma contraproposta com recomposição inflacionária de 4,16% e aumento real de 10%.
Professores realizam manifestação e assembleia em frente à Prefeitura, na quarta, às 14h, para discutir os próximos passos da paralisação Os profissionais são contra o Projeto de Lei nº 354/2026, encaminhado pela Prefeitura à Câmara Municipal. De acordo com a Prefeitura, um professor em início de carreira com jornada de 40 horas semanais passará a receber R$ 5.831,88. A administração também afirmou que, desde 2021, os investimentos em revisão de remunerações e benefícios ultrapassaram R$ 7 bilhões. Segundo a Prefeitura, o auxílio-refeição teve aumento de 50% no período, enquanto o vale-alimentação registrou reajuste de 96%.
A Prefeitura destacou ainda que o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou o funcionamento das unidades educacionais com ao menos 70% dos profissionais durante a greve. Segundo a Secretaria Municipal de Educação, as faltas dos servidores que aderiram à paralisação deverão ser justificadas até sexta-feira (15/05). Caso contrário, haverá desconto salarial.










